
Caracas! Novembro. Aliás, meados de novembro. O cara que administra o tempo deve ter usado algum alucinógeno e agora está tudo descontrolado.
No fim a gente acaba chegando à conclusão de que somo os maiores culpados por isso tudo está acontecendo. O ano passou, fizemos projetos, promessas e o que aconteceu (salvo algumas exceções)? Já estamos de novo no fim do ano, fazendo novos planos e novas promessas para o ano que virá.
Aquela viagem que você sempre quer fazer, aquele sapato lindo que você namora há meses, vai sendo colocado em segundo plano para priorizar alguma coisa que nem é tão importante assim. A minha filosófica mãe chama isso de “economia de palitos”. Boa analogia!
Dê valor às coisas simples. Usufrua os belos prazeres que a vida proporciona. Já é novembro, você já tem 35... Daqui a pouco o tempo acabou. E o que restou?
No fim a gente acaba chegando à conclusão de que somo os maiores culpados por isso tudo está acontecendo. O ano passou, fizemos projetos, promessas e o que aconteceu (salvo algumas exceções)? Já estamos de novo no fim do ano, fazendo novos planos e novas promessas para o ano que virá.
Aquela viagem que você sempre quer fazer, aquele sapato lindo que você namora há meses, vai sendo colocado em segundo plano para priorizar alguma coisa que nem é tão importante assim. A minha filosófica mãe chama isso de “economia de palitos”. Boa analogia!
Dê valor às coisas simples. Usufrua os belos prazeres que a vida proporciona. Já é novembro, você já tem 35... Daqui a pouco o tempo acabou. E o que restou?

