
Caracas! Novembro. Aliás, meados de novembro. O cara que administra o tempo deve ter usado algum alucinógeno e agora está tudo descontrolado.
No fim a gente acaba chegando à conclusão de que somo os maiores culpados por isso tudo está acontecendo. O ano passou, fizemos projetos, promessas e o que aconteceu (salvo algumas exceções)? Já estamos de novo no fim do ano, fazendo novos planos e novas promessas para o ano que virá.
Aquela viagem que você sempre quer fazer, aquele sapato lindo que você namora há meses, vai sendo colocado em segundo plano para priorizar alguma coisa que nem é tão importante assim. A minha filosófica mãe chama isso de “economia de palitos”. Boa analogia!
Dê valor às coisas simples. Usufrua os belos prazeres que a vida proporciona. Já é novembro, você já tem 35... Daqui a pouco o tempo acabou. E o que restou?
No fim a gente acaba chegando à conclusão de que somo os maiores culpados por isso tudo está acontecendo. O ano passou, fizemos projetos, promessas e o que aconteceu (salvo algumas exceções)? Já estamos de novo no fim do ano, fazendo novos planos e novas promessas para o ano que virá.
Aquela viagem que você sempre quer fazer, aquele sapato lindo que você namora há meses, vai sendo colocado em segundo plano para priorizar alguma coisa que nem é tão importante assim. A minha filosófica mãe chama isso de “economia de palitos”. Boa analogia!
Dê valor às coisas simples. Usufrua os belos prazeres que a vida proporciona. Já é novembro, você já tem 35... Daqui a pouco o tempo acabou. E o que restou?
pois é! para morrer é necessário apenas que estejamos vivos e por isso eu tento viver cada momento como se fosse o ultimo... claro que eu não sou nenhum inrresponsável e nem inconsequente, mas nós temos que viver o hoje por que se formos parar pra observar o amanhã nunca chega, as vezes agente acorda pensa que é amanhã mais depois percebemos que é mais um hoje... e quando caimos na real o tempo passou e nós ficamos na espectativa desse tal amanhã chegar e esquecemos de viver o hoje.
ResponderExcluirUM ABRAÇÃO ISA!!!
sentimos sua falta no stúdio semana passada.
O que eu acho mais impressionante sobre isso, é como a quantidade de tempo vai tomando proporções diferentes à medida que ele passa. Por exemplo, o que era um mês quando a gente tinha 15 anos? Uma eternidade. O que é um mês hoje? Alguns passam e eu nem sinto. O futuro vai chegando, seu rosto vai tomando forma, ficando menos embaçado e a gente sempre é levado pela curiosidade em saber o que ainda vai acontecer. Não nos preocupamos no valor da resposta, mas no simples fato de sabê-la. O pior é quando o rosto aparece, a resposta chega e você diz: É só isso? Bom, resumindo, o melhor não é o destino e sim o que há entre ele e o início.
ResponderExcluirbjão bela!