Espera-se que uma instituição de ensino superior, supere todas as expectativas no quesito educação doméstica. Existem alguns critérios para se fazer parte desse seleto grupo de pessoas que têm a oportunidade almejada por muitos e conquistada por pouquíssimos que é poder estar em uma faculdade. Mas pelo visto estamos tendo a prova concreta de que esses critérios não são tão rigorosos assim.
O caso da estudante que foi alvo da ignorância dos alunos da UNIBAM é um dos muitos que ocorrem dentro das universidades do país todos os dias. A diferença é que dessa vez o alarde começou em um pequeno grupo e foi se espalhando por todos os corredores da instituição. Tenho certeza de que alguns (ou muitos, quiçá quase todos) os estudantes que ali estavam faziam referencia a estupidez da atitude sem nem saber do que realmente se tratava com o único intuito de promover a anarquia e tornar ainda mais tumultuado o acontecimento. A ninguém é dado o direito de julgar o comportamento dos outros seja por qualquer motivo e muito menos incentivar as pessoas a cometerem o mesmo erro. Quem somos nós? Os juízes do mundo inteiro? Não há como decidir que o que está dentro da sua cabeça deve servir de parâmetro para que se possa destruir a reputação de alguém.
O que sobrou de tudo isso? A estudante foi tida como vítima e agora ELA está nos holofotes ao contrário de quem no início de tudo queria aparecer. No fim das contas quem saiu perdendo mesmo foram os baderneiros que queriam voltar ao período da inquisição. Agora eles são os vilões da historia á única vantagem é poder esconder o rosto, porque não há um culpado com nome e sobrenome quando se trata de um grupo tão grande. À universidade coube o resquício do “quem leva a culpa”. Espera-se que de agora em diante tentem manter seus graduandos bem comportados. E que situações como essa sirvam sempre como parâmetro para o país refletir o tipo de pessoas as universidade brasileiras estão inserindo no mercado de trabalho.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Confusão Estudantil
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