segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Proibindo o @#$%¨&*(* no Estádio.


Agora é lei! De acordo com as mudanças recentes no estatuto do torcedor, é proibido falar palavrão dentro do estádio durante a exibição dos jogos.
O estatuto do torcedor é uma conquista importante para tentar por um pouco mais de ordem e diminuir índice alto de violência nos estádios. É uma boa iniciativa.
O problema está em avaliar como as regras são aplicadas no estatuto. Eu não costumo freqüentar muitos jogos no estádios, só as vezes. Mas poxa, (desabafo em defesa do pobre torcedor), falar um palavrão de vez em quando é bom pra extravasar as emoções.
Talvez impedindo o torcedor a falar uma bobagenzinha no estádio faça com que ele reprima sua raiva e mais violência ainda seja gerada. Além do mais por uma caso é o palavrão no estádio que vai estimular a violência durante o jogo? Tem tantas coisas importantes acontecendo dentro do estádios com as quais o governo tinha que se preocupar ao invés de proibir o torcedor de xingar.
Ah! Por favor... chega até a ser engraçado esse tipo de discussão: falar ou não falar palavrão no estádio. O cara vai lá ver seu time na final, nos 45 do segundo tempo o placar está 0x0 e seu time faz um gol, garante o título e pessoa nem tem o direito de dizer: Ganhei porra!!! Puta que pariu!!!!
Não é com esse tipo de problema que o pais tem que se preocupar.
Além do mais, se não xingar a mãe do juiz ( o que eu acho meio difícil, com ou sem estatuto) nada de mais falar um palavrãozinho...

sexta-feira, 30 de julho de 2010

E nos últimos anos...

Minha geração nasceu nos anos 80. Somos o fruto do amor entre os membros da geração coca-cola. Com a nossa idade (entre vinte e pouco anos) as lembranças teriam que ser recentes, palpáveis, tangíveis....
Mas, muitas coisas mudaram nos últimos vinte anos. E mudaram de maneira forte, consistente e de certa forma, cruel. Hoje ainda me lembro com saudades dos tempos em que celular era artefato de luxo. E computador então? Quem o podia era também detentor do poder. Quantos novos apetrexos tecnológicos, mudanças no comportamento, jeitos diferentes de se relacionar, novas modalidade de empregos, novas relações de família, em tão curto período de tempo em que nós todos não imaginávamos que mudanças tão drásticas iriam acontecer.
O Mais engraçado é que essas lembranças me vem a memória como se eu tivesse 40 anos. Saudosismo de meia idade para quem ainda tem 23 . O mundo muda com uma velocidade tão exorbitante que há dez anos atrás os "adultos" consideravam que as pessoas da minha idade ainda eram adolescentes.
Não acho absurdo (como sempre acho sobre os assuntos em que comento no blog) nem incoerente. Acho diferente e as vezes engraçado. Em alguns momentos um pouco contraditório. Há quem rápidamente se acostume e acompanhe a evolução sem questionamentos. Mas a mim, faz parecer um pouco velha tão jovem. Faz pensar em como irão reinventar o mundo daqui a dez anos.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Um tapinha não dói?

Realmente depois de muitas pesquisas feitas por especialistas, já se criaram inúmeras teorias à respeito da questão "vale ou não vale a palmada". Agora, que o caso esta sendo analisado pela justiça (um projeto de lei, que ainda vai ser votado no Congresso, quer acabar com qualquer tipo de castigo físico para crianças e adolescentes), vale a pena opinar sobre o assunto.
Não sou a favor da violência. Tive o privelégio de não fazer parte do grupo que "apanha" para aprender. Mas eu acredito que as vezes os pais se veem em situações em que não há outra coisa a fazer senão uma palmada.
Mas não vamos confundir a palmada com a surra. Isso sim não leva a lugar algum. Ao contrário, a criança pode se tornar um adulto perigoso. Mas acho ser plenamente normal, um pai usar uma palmada de leve para dar limite ao seu filho.
Toda e qualquer atitude pode ser fator de influencia a violência. Mas tudo depende da interpretação. Priobir por lei a palmada não vai fazer com que um pai violento deixe de bater no seu filho.
A Lei pode sim ser válida desde que seja aplicada a casos especificos, em que ela seja relamente prejudicial.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Telefone sem fio.

A Algum tempo atrás escrevi aqui no blog sobre as celebridades instantâneas produzidas pela internet. Agora, os últimos acontecimentos que estão "bombando" na rede trazem à tona uma nova preocupação: a perda da privacidade causada pelas redes sociais. Na semana passada tivemos o prazer (ou não) de presenciar o caso da advogada que postou para os seus "amigos" do orkut um vídeo em que ela tirava satisfações da amante do seu marido. Rapidamente (em minutos, pra ser mais exata) e sem o seu controle, o vídeo começou a ser reproduzido por outras pessoas e toda a sociedade tomou conhecimento dos problemas que a mulher estava tendo dentro da sua casa e que não dizem respeito a mais ninguém além dela.
Ora, eu não estou colocando a culpa na vítima. O vídeo é dela e ela faz o que quiser. De uma forma ou de outra, se o vídeo foi postado mesmo que sendo apenas para a apreciação dos "amigos" era porque ela relamente queria que as pessoas partissipassem do que aconteceu. Mas o que é mais espantoso é a quantidade de pessoas, que não tinha o que fazer (ou tinham e pararam pra tomar conta da vida alheia) e se deram ao trabalho de reproduzir o acontecimento para o mundo.
Até que ponto as informações colocadas na internet são seguras? Até onde a politica de privacidade dos sites são confiáveis?
Não existe política de privacidade na internet. Até porque nem os próprios sites conseguem mais oferecer 100% de segurança para essa tal privacidade. Se foi colocado, não importa qual o objetivo. Está lá pra ser visto. As pessoas têm como controlar o conteúdo que vai pra rede mas não como ele se espalha.
É bem verdade que nós não prestamos muita atenção nos caminhos que fazemos até que tenhamos nossas informações violadas na internet. Quanto amigos de orkut são nossos amigos realmente? Normalmente a grande parcela dos nossos contatos nessa rede social são pessoas com que nós nem sequer conversamos.
Por isso que ninguem pode ser considerado vitima de um golpe de internet. Está muito mais do que claro que hoje em dia não é mais possível confiar na segurança dessa ferramenta e temos cada vez mais provas de que o mais seguro para quem quer se manter no anonimato é não realizar publicações de informações que você não quer que sejam espalhas na internet.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Organizando o Céu

Fiquei curiosa em procurar no youtube coisas absurdas sobre a Igreja Universal do Reino de Deus, depois que meu amigo Gil me disse que viu na televisão a alguns anos um pastor vendendo o "Pote de ar da salvação". De fato não encontrei nada a respeito deste assunto específico. Porém vi videos....não consigo descrever em palavras (não é porque eu não tenho capacidade, mas por que é indescritivel mesmo). Pote de ar da salvação? Achei que não havia nada de mais estranho, mas é porque eu realmente não tinha parado pra pesquisar. Então achei essa pérola. Assista. Dispensa comentários. De certa forma é até bom. Pelo menos não vou ser ameaçada de morte por nenhum defensor da IURD.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A final Justa

Justiça seja feita. Já que o pais tropical bonito por natureza não ganhou patavinas nessa copa, vamos dar ao finalistas do mundial as congratulações. Segue aqui o comentário de quem não entende nada de futebol mas precisa compartilhar a opinião.
Já está tudo tranquilo. A Itália e a França já cairam nas primeiras fases mesmo, ates do mata-mata. Então tudo certo. A Argentina já foi eliminada de goleada e o gostinho foi tão bom que o povo brasileiro aliviou as tensões da derrota do Brasil. Então agora resta a torcida final que esta dividindo as opiniões.
Eu vou na Espanha. Não existe nenhuma regra, nenhuma teoria conspiratória, nem nenhum historico para comprovação. Mas vamos combinar né? Ver ser campeã o time que tirou nossa seleção e fogo! Ô derrota! Então nos sobram nossos amigos espanhois. A Holanda na condição de nunca campeã também merece o título mas o brasileiro é rancoroso. Então vamos torcer (vamo comigo, todo mundo!!) Pra Espanha fazer bonito e ganhar o tão esperado título nessa final.

Voltando...

Seis meses sem aparecer. Preguiça, falta de tempo disfarçada. Desculpa pra não botar a cabeça pra funcionar. Mas enfim de volta. Saudades. Tentando recuperar o tempo perdido. Mas tempo perdido não se recupera, não volta mais. Eu tenho nas mãos o poder da reconquista, como quem tenta recuperar o amor perdido. De volta. Firme e forte. Jogando fora as frustações, compartilhando as idéias e as indignações, trocando experiencias novamente. Ansiosa. Mas feliz.

domingo, 24 de janeiro de 2010

A Feira do superior

Brasil. Um país em que um curso superior ainda é a chave que abre as portas do mercado de trabalho.

Nesse país onde o diploma acadêmico diferencia pessoas comuns de profissionais qualificados, a escolha da faculdade deveria ser uma decisão muito bem avaliada.

Deveria. Diante de um rápido e exacerbado crescimento urbano e social, produtos e serviços antes exclusivos começam a sofrer conseqüências negativas e uma delas é a concorrência. Não iria ser diferente para as escolas de ensino superior. De repente abre-se um leque de opções em faculdades e presenciamos uma “enxurrada” de instituições comercializando cursos superiores como produtos de uma feira livre.

Ao que me consta uma instituição de ensino que se preze traz à tona aos seus possíveis clientes o diferencial. E o que se precisa para termos um bom curso superior? O que é realmente necessário ter em uma faculdade para preparar um indivíduo para o mercado?

Tenho visto em algumas mídias na cidade, propagandas de uma “certa” faculdade que tem usado atributos um tanto duvidosos para fortalecer sua visibilidade. Parei pra olhar porque precisava ter certeza. Estavam lá a marca da faculdade o nome do curso e o PREÇO! Enorme... em destaque. Me senti como se estivesse vendo uma propaganda dessas loja de eletrodoméstico que vivem brigando pra provar quem vende mais barato.

Estamos falando da ponte pro futuro de alguém. Como pode o preço, ser o fator determinante na hora de decidir o que você talvez vá fazer para o resto da sua vida?

Ai vão as pistas para as perguntas feitas no parágrafo quatro. Posso até não saber as palavras bem articuladas usadas nas propagandas de faculdades para atribuir qualidades a um curso superior. Mas com certeza o preço não é (nem pode ser) contado como atrativo principal.

Aí vai uma dica: as faculdades sabem onde dói a ferida. E é lá que eles vão tocar. No bolso. Transformar a sua condição financeira em ponto fraco a ser atingido na hora de fazer o nome da instituição aparecer. Pesquisar é sempre importante. Fundamental. As vezes é melhor fazer um pouco de sacrifício para garantir que os frutos colhidos no futuro serão muito mais satisfatórios.